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PESQUISA:
Experiências de estudantes neurodivergentes em Programas de Residência Multiprofissional do RN

Quem faz essa pesquisa?

Olá, pessoal!
Meu nome é Larissa, sou psicóloga formada pelo UNI-RN. Realizei a Residência Multiprofissional em Cuidado à Saúde da Pessoa com Deficiência (ISD) e, atualmente, sou mestranda no Programa de Pós-Graduação em Educação Especial (UFRN).

Sou uma pessoa neurodivergente e atuo com pesquisa e militância nas áreas de acessibilidade e inclusão de pessoas neurodivergentes e com deficiência. Atualmente, ocupo a vice-presidência da Associação Potiguar de Dislexia, Discalculia e TDAH, além de ser Coordenadora Adjunta da base de pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Diferenças (UFCA/UNÉ).

Minha pesquisa, sob a orientação da Dra. Lisiê Marlene e Dra. Katia Regina, tem como foco compreender as experiências de residentes neurodivergentes no estado do RN, com o objetivo de contribuir para a formulação de políticas afirmativas de permanência em programas de residência — espaços fundamentais para a formação em saúde. 

É importante dizer que essa pesquisa se faz atravessada com vários atores sociais que a constroem comigo nos bastidores, sendo possível esse site existir e a Lumi nascer.​

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Fórum Online de Apoio às Experiências de Estudantes Neurodivergentes: compartilhe seus desafios, estratégias e vivências.

Pedro Thobias
19 de dez. de 2025

Tema imprescindível e pouco abordado. Parabéns e obrigado pela contribuição

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João Teixeira
18 de dez. de 2025

Parabéns pelo trabalho! Sua pesquisa e causa são uma luz pra nossa sociedade!

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Luana
01 de jun. de 2025

Vejo que a RMS foi muito importante para a minha formação

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E… por que um elefante como mascote?

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Pensamos em um elefante como mascote porque o território desta pesquisa são as Residências Multiprofissionais em Saúde do Rio Grande do Norte, e o nosso Estado é frequentemente lembrado pelo seu formato carinhoso de elefante.

 

Mas há também um sentido simbólico: a literatura destaca que a formação em Educação Especial no ensino superior ainda se configura como um movimento incipiente (SILVA, 2021).

Refletir sobre a Educação Especial nos cursos da saúde, no contexto das residências e da educação profissional, é também lidar com um “grande elefante no meio da sala”: aquilo que está ali, mas que muitas vezes permanece invisibilizado nas práticas e nos discursos.

*A Lumi foi carinhosamente pensada por mim e por uma colega e participante da pesquisa, egressa de um RMS e neurodivergente.

copyright © 2025. Lumi no Ensino Superior. Essa pesquisa foi submetida e avaliada pelo CEP da UFRN e aprovada para coleta de dados/ CAAE: 87685425.2.0000.5292.

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